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Desenvolvimento físico e psicossocial do adolescente

Matriz PNA:D · DiagnósticoP · PrevençãoGD · Gestão

Atualizado em 28 de setembro de 2026 · 6 perguntas neste tema

Em resumo

A adolescência vai dos 10 aos 19 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde, e junta duas transformações que correm em paralelo mas não ao mesmo ritmo: a puberdade, que faz do corpo infantil um corpo adulto e fértil, e o desenvolvimento psicossocial, que leva da dependência da família à autonomia, à identidade própria e às relações íntimas. A puberdade começa em média aos 10 anos na rapariga, com o botão mamário, e aos 12 no rapaz, com o testículo de 4 mL; o cérebro que decide e mede consequências amadurece mais tarde do que o que procura recompensa, e é nesse desfasamento que cabe o comportamento de risco.

Nesta idade adoece-se e morre-se sobretudo por comportamentos, e não por doença orgânica. Em Portugal, dos 15 aos 24 anos, os acidentes são a primeira causa de morte e o suicídio a segunda; o álcool é a substância mais consumida, e a gravidez não planeada, as infeções sexualmente transmissíveis, as perturbações do comportamento alimentar, a depressão e a autolesão aparecem aqui pela primeira vez.

A vigilância faz-se no Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, com consultas aos 10 anos, aos 12 ou 13 (exame global de saúde) e entre os 15 e os 18. O rendimento está na entrevista e não no exame objetivo: tempo a sós com o adolescente, confidencialidade explicada com os seus limites antes de começar, e um roteiro psicossocial, o HEEADSSS, que vai da casa e da escola até à sexualidade, ao humor e à segurança. A lei portuguesa sustenta esta privacidade: o consentimento é eficaz a partir dos 16 anos com discernimento, e as consultas de saúde sexual e reprodutiva são livres, gratuitas e sigilosas em qualquer idade.

A prevenção tem três pilares: a vacinação dos 10 anos (Td e duas doses de vacina contra o papilomavírus humano, nos dois sexos), a contraceção eficaz, com os métodos de longa duração como primeira escolha e o preservativo para as infeções, e a conversa antecipada sobre sono, ecrãs, consumos, violência no namoro e segurança rodoviária. O que não se pode falhar é a ideação suicida que ninguém perguntou, o abuso sexual por trás de uma queixa banal, a perturbação alimentar escondida num elogio ao emagrecimento, e a puberdade que não começa ou que para.

A consulta do programa nacional

idadeo que se acrescenta ao peso, estatura, índice de massa corporal, tensão arterial e estádio pubertário
10 anospele (acne, hirsutismo), preparação para a puberdade e para o 2.º ciclo
12 ou 13 anos, exame global de saúdeexame físico completo; rastreio de anemia e ferropenia conforme a alimentação e o padrão menstrual
15 a 18 anosrelações a dois, contraceção, violência no namoro, segurança no trabalho
  • Em todas: desenvolvimento psicoafetivo e social, sinais de alerta, condutas de risco, vacinação e segurança do ambiente.
  • Perfil lipídico só com fatores de risco pessoais (excesso de peso, diabetes, hipertensão, doença renal, cardíaca ou endócrina, fármacos hiperlipidemiantes, como corticoides, antiepiléticos, contracetivos orais ou retinoides) ou familiares, e não por rotina.
  • A visão avalia-se a partir dos 10 anos só perante fatores de risco ou queixa.

Tempo a sós e confidencialidade

  • O programa manda facilitar a acessibilidade e assegurar privacidade e confidencialidade, permitindo o atendimento a sós a quem o deseje.
  • Na prática, parte da consulta faz-se sem o acompanhante, apresentada como rotina do serviço e não como suspeita.
  • Os limites do sigilo explicam-se antes de começar: guarda-se o que é dito, exceto se houver risco para a vida do próprio ou de outros, ou suspeita de abuso.

O que diz a lei

situaçãoregra
Consentimento para o ato médicoeficaz a partir dos 16 anos, com discernimento para avaliar o seu sentido e alcance (Código Penal, artigo 38.º); abaixo disso consente o representante legal, e a opinião do menor pesa conforme a maturidade (Código Deontológico da Ordem dos Médicos, artigo 21.º)
Consentimento e sigilo em geralconsentimento livre e esclarecido, revogável a qualquer momento, e direito ao sigilo dos dados (Lei n.º 15/2014, artigos 3.º e 6.º)
Internamentodireito a acompanhamento pelos pais até aos 18 anos; a partir dos 16 o jovem designa o acompanhante ou prescinde dele (Lei n.º 15/2014, artigo 19.º)
Saúde sexual e reprodutivaacesso livre a todos, sem discriminação; consultas, contracetivos e meios de prevenção de infeções gratuitos nas entidades públicas (Lei n.º 3/84, alterada pela Lei n.º 53/2025); o jovem pode ser atendido em qualquer consulta, mesmo fora da área de residência (Lei n.º 120/99); sigilo sobre o conteúdo da consulta, também perante os pais
Interrupção voluntária da gravidezaté às 10 semanas; abaixo dos 16 anos o consentimento é do representante legal (Lei n.º 16/2007)
Atos sexuaiscom menor de 14 anos é crime de abuso sexual de crianças (artigo 171.º); dos 14 aos 16, é crime quando praticado por maior de idade que abusa da inexperiência do adolescente (artigo 173.º)
  • Os 14 anos são, portanto, a idade dos crimes sexuais e não a do consentimento: não há limite de idade para a consulta de contraceção.
  • Perante criança ou jovem em perigo, sinaliza-se ao núcleo de apoio a crianças e jovens em risco e à comissão de proteção; o perigo atual e grave comunica-se ao Ministério Público ou às autoridades policiais (Lei n.º 147/99).

A entrevista HEEADSSS

Roteiro psicossocial com o nome das iniciais inglesas dos domínios. Começa pelos neutros e aprofunda os sensíveis ao longo das consultas; procura também os pontos fortes do adolescente. A versão de 2014 junta, em cada domínio, perguntas sobre ecrãs e redes sociais.

domínioo que se pergunta, por exemplo
Casa (home)com quem vive, como é a relação com a família, alguém saiu ou entrou em casa
Escola e emprego (education, employment)aproveitamento e mudanças recentes, amigos, bullying, planos, horário de trabalho
Alimentação (eating)o que gosta e não gosta no corpo, mudança de peso, dietas, exercício
Atividades (activities)amigos, desporto, tempos livres, horas de ecrã
Consumos (drugs)tabaco, álcool, canábis e outras drogas nos amigos, na família e no próprio
Sexualidade (sexuality)relações, contraceção, o que é sexo seguro, infeções prévias, sexo forçado
Humor e suicídio (suicide)tristeza, irritabilidade, perda de interesse, sono, pensamentos de se magoar
Segurança (safety)cinto, capacete, condutor alcoolizado, violência em casa, na escola ou no namoro, abuso

Exame objetivo

  • Estatura, peso e índice de massa corporal nas curvas da Organização Mundial da Saúde, lidos como trajetória e não como ponto isolado; estádio de Tanner da mama ou dos genitais e do pelo, registados em separado.
  • Tensão arterial por percentil para a idade, o sexo e a estatura.
  • Postura e coluna com o teste de Adams (flexão anterior do tronco, à procura de gibosidade); pele; no rapaz, testículos, com ensino da autopalpação.
  • Sinais que a história não explica: lesões de autolesão (antebraços, coxas), sinais de vómito provocado (erosão do esmalte, calosidades no dorso da mão), marcas de agressão.

Rastreios em saúde mental e consumos

alvoquemcomo
Depressão12 aos 18 anos, todos (força de trabalho de serviços preventivos dos Estados Unidos)PHQ-A (questionário de saúde do doente, versão para adolescentes): 9 itens pontuados de 0 a 3, total de 0 a 27. Em adolescentes dos 13 aos 17 anos, 11 ou mais deu sensibilidade de 89,5% e especificidade de 77,5% para depressão major. Qualquer resposta positiva ao item 9, pensamentos de morte ou de se magoar, obriga a avaliar o risco suicidário na mesma consulta
Ansiedade8 aos 18 anos, todos (mesma entidade)questionário validado; o positivo confirma-se por entrevista
Risco suicidáriosem evidência para rastreio universalavaliação direta obrigatória se o rastreio de depressão for positivo, houver autolesão, consumos ou crise
Álcool e drogasa partir dos 12 anosCRAFFT: primeiro, quantos dias bebeu, usou canábis ou outra droga nos últimos 12 meses; depois seis perguntas de sim ou não. Andou num carro conduzido por alguém sob efeito (car)? Usa para relaxar ou se integrar (relax)? Usa sozinho (alone)? Esquece o que fez (forget)? A família ou os amigos dizem-lhe para reduzir (friends)? Já se meteu em sarilhos (trouble)? 2 ou mais respostas positivas indicam risco elevado de perturbação de uso de substâncias (sensibilidade de 80% e especificidade de 86% dos 14 aos 18 anos). Sem consumos, faz-se só a pergunta do carro
Perturbação alimentarquando há variação de peso, dietas ou preocupação com o corpoSCOFF: provoca o vómito por se sentir desconfortavelmente cheio? sente que perdeu o controlo sobre quanto come? perdeu mais de 6 kg em 3 meses? acha-se gordo quando os outros dizem que está magro? a comida domina a sua vida? 2 ou mais positivas sugerem perturbação; serve para suspeitar, não diagnostica

Infeções sexualmente transmissíveis

  • Rastreio anual de Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae nas raparigas sexualmente ativas com menos de 25 anos, por amplificação de ácidos nucleicos em urina ou em zaragatoa vaginal, sem necessidade de exame ginecológico.

Diagnóstico diferencial do normal e do alarme

esperado na adolescênciasinal de alerta (programa nacional)
mau humor e irritabilidade passageiroshumor depressivo mantido, ideação ou tentativas de suicídio
mais tempo sozinho no quartoisolamento mantido, fugas
conflito com as regrascomportamentos antissociais repetidos
preocupação com a imagemvariação ponderal acentuada
experimentação pontualconsumo regular de tabaco, álcool ou drogas, comportamentos sexuais de risco
insónia ocasional, ansiedade de examesinsónia grave e persistente, ansiedade excessiva, sintomas obsessivo-compulsivos
alterações do pensamento e da perceção, comportamentos autoagressivos

Vacinação

vacinana adolescência
Papilomavírus humano (HPV)nonavalente, 2 doses (0 e 6 meses) aos 10 anos, nos dois sexos; intervalo mínimo de 5 meses, idealmente completas em 1 ano. Idade mínima 9 anos
HPV, esquema tardio2 doses dos 10 aos 18 anos nos dois sexos, e dos 18 aos 27 no sexo feminino; no sexo masculino, por agora, só as coortes de 2000 a 2002, com alargamento faseado às de 2003 a 2008; início até aos 26 e conclusão até aos 27
HPV, imunocomprometidos3 doses (0, 1 a 2 e 6 meses)
Td (tétano e difteria)aos 10 anos; é Td e não Tdpa
MenACWYdá-se aos 12 meses desde 2025, e não na adolescência; o jovem até aos 18 anos que não fez a MenC aos 12 meses faz MenACWY na primeira oportunidade
Tdpa na grávida adolescenteem cada gravidez, entre as 20 e as 36 semanas, idealmente até às 32
  • Verifica-se o estado vacinal em todas as consultas. A partir dos 16 anos o próprio consente a vacinação. O detalhe está em Programa Nacional de Vacinação.

Contraceção

  • Métodos reversíveis de longa duração (implante de etonogestrel, sistema intrauterino de levonorgestrel, dispositivo intrauterino de cobre) são os mais eficazes e recomendam-se às adolescentes, incluindo às nulíparas; os dispositivos atuais não aumentam a doença inflamatória pélvica.
  • O implante protege durante 3 anos; o efeito adverso mais frequente é a hemorragia irregular, que se explica antes de o colocar para não levar à remoção precoce.
  • O acetato de medroxiprogesterona injetável reduz a densidade mineral óssea numa fase de aquisição de osso; o efeito é em grande parte reversível e não obriga a densitometria nem a limitar a duração por rotina, mas pesa na escolha.
  • A contraceção oral combinada é possível desde a menarca, e as contraindicações são as de qualquer idade.
  • Dupla proteção: método eficaz associado ao preservativo, que é o único que reduz a transmissão de infeções.
  • Pode começar-se no próprio dia da consulta, excluída a gravidez, sem esperar pela menstruação.

Contraceção de emergência

métodoaté quandonota
Levonorgestrel 1,5 mg72 horasmenos eficaz com índice de massa corporal acima de 26 kg/m² ou peso acima de 70 kg, em que se considera a dose dupla
Acetato de ulipristal 30 mg120 horastão eficaz como o levonorgestrel até às 72 horas e mais eficaz entre as 72 e as 120
Dispositivo intrauterino de cobre5 diaso mais eficaz, e a eficácia não depende do peso
  • A lei garante o acesso atempado à contraceção de emergência (Lei n.º 12/2001). Nenhum destes métodos interrompe uma gravidez já implantada.

Estilo de vida e cuidados antecipatórios

  • Atividade física: pelo menos 60 minutos por dia de intensidade moderada a vigorosa, em média, dos 5 aos 17 anos; sem suplementos energéticos nem anabolizantes.
  • Sono: 8 a 10 horas por noite dos 13 aos 18 anos. O atraso fisiológico do ritmo circadiano e os ecrãs à noite empurram a hora de adormecer.
  • Saúde oral: escovar de manhã e à noite e usar fio dentário; cheque-dentista na escola aos 10 e aos 13 anos.
  • Temas a conversar: puberdade e as suas variantes, alimentação e regimes restritivos, ecrãs e redes sociais, bullying e cyberbullying, sexualidade e contraceção, violência no namoro, álcool, tabaco e drogas, segurança rodoviária e nas saídas noturnas, e, a partir dos 15, segurança no trabalho e assédio.
  • Consumos: perguntar expressamente pelo cigarro eletrónico, pela canábis e pelo álcool em consumo concentrado, e não só pelo tabaco.
  • Autopalpação testicular ensinada ao rapaz.

Princípios

  • Decisão partilhada e entrevista motivacional: objetivos definidos pelo próprio, sem sermão nem ameaça.
  • A família ajuda, mas o momento e a forma de a envolver negoceiam-se com o jovem, exceto perante risco imediato.
  • Na não adesão a um tratamento crónico, pergunta-se sem juízo de valor o que atrapalha (esquecimento, efeitos adversos, vergonha perante os pares).

Depressão

gravidadeconduta
Ligeiravigilância ativa com reavaliação em 2 semanas, apoio e psicoterapia estruturada; sem antidepressivo
Moderada a gravepsicoterapia específica; se não houver resposta ao fim de 4 a 6 sessões, revisão multidisciplinar e fluoxetina associada à psicoterapia
  • A fluoxetina começa com 10 mg por dia e sobe para 20 mg ao fim de 1 semana se for preciso. É o antidepressivo com melhor relação entre benefício e risco nesta idade.
  • Nas primeiras semanas vigia-se de perto a ativação e a ideação suicida.
  • Detalhe em Perturbações depressivas.

Ideação suicida e autolesão

  • Avaliar a ideação, o plano, a intenção, as tentativas anteriores, o acesso a meios e os fatores de proteção.
  • Plano de segurança escrito com o jovem, um adulto de referência informado e restrição do acesso a meios letais (medicamentos em casa, armas).
  • Referenciação urgente perante plano estruturado, tentativa recente, intenção mantida ou impossibilidade de supervisão.
  • Na autolesão o tratamento é psicológico e envolve a família; não há fármaco para a autolesão. Detalhe em Suicídio e comportamentos autolesivos.

Consumos

  • Uso de risco sem dependência: intervenção breve nos cuidados primários (informar, aconselhar, combinar objetivos).
  • Uso problemático ou dependência: referenciação às equipas de comportamentos aditivos e dependências.

Perturbação do comportamento alimentar

  • Referenciar à equipa multidisciplinar. Bradicardia, hipotensão ortostática, alterações eletrolíticas, hipotermia, perda rápida de peso ou recusa alimentar são critérios para ponderar internamento; na renutrição vigia-se a síndrome de realimentação.

Puberdade

  • Puberdade precoce, atraso pubertário ou puberdade que para referenciam-se à consulta hospitalar (endocrinologia, pediatria geral ou medicina do adolescente).
  • Ginecomastia puberal: explicar e rever; estuda-se se for volumosa, se persistir, se surgir fora da puberdade ou se os testículos forem pequenos ou assimétricos.

Proteção

  • Suspeita de maus-tratos, negligência, exploração ou abuso sexual: núcleo de apoio a crianças e jovens em risco e comissão de proteção; perigo atual e grave ao Ministério Público. No abuso sexual recente, preserva-se a prova e articula-se com a medicina legal.

Transição para os cuidados de adulto

  • Planeia-se a partir dos 13 ou 14 anos nos jovens com doença crónica, com transferência gradual da responsabilidade pela doença para o próprio, consultas a sós e um profissional de ligação; evita-se que coincida com um período de instabilidade clínica ou escolar.

Referências

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  3. Direção-Geral da Saúde. Norma n.º 005/2025, de 14/03/2025: Substituição da vacina MenC pela vacina MenACWY no Programa Nacional de Vacinação. Lisboa: DGS; 2025.
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  22. Código Penal português, artigos 38.º, 142.º, 171.º e 173.º (redação em vigor).
  23. Lei n.º 15/2014, de 21 de março: Direitos e deveres do utente dos serviços de saúde.
  24. Lei n.º 3/84, de 24 de março, alterada pela Lei n.º 53/2025, de 7 de abril: Saúde e educação sexual e reprodutiva.
  25. Lei n.º 120/99, de 11 de agosto, regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 259/2000, de 17 de outubro: Reforça as garantias do direito à saúde reprodutiva.
  26. Lei n.º 12/2001, de 29 de maio: Contraceção de emergência.
  27. Lei n.º 16/2007, de 17 de abril: Exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez.
  28. Lei n.º 147/99, de 1 de setembro: Lei de proteção de crianças e jovens em perigo.
  29. Ordem dos Médicos. Regulamento n.º 707/2016, de 21 de julho: Regulamento de Deontologia Médica. Diário da República, 2.ª série, n.º 139.

6 perguntas sobre Desenvolvimento físico e psicossocial do adolescente

Ler consolida, treinar é o que fixa. Cada pergunta tem justificação alínea a alínea, no formato da Prova Nacional de Acesso.

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