Neuropediatria e Neurodesenvolvimento›Desenvolvimento psicomotor normalPublicado (Premium)

Desenvolvimento psicomotor normal

Matriz PNA:MD · MecanismosD · DiagnósticoGD · Gestão

Atualizado em 28 de setembro de 2026 · 15 perguntas neste tema

Em resumo

O desenvolvimento psicomotor é a aquisição progressiva de competências motoras, cognitivas, de linguagem e sociais, por maturação do sistema nervoso em interação com o meio. A ordem das aquisições é constante; a velocidade varia muito de criança para criança, e por isso cada marco tem uma janela de normalidade e não uma data.

Avalia-se em quatro domínios separados: postura e motricidade global, visão e motricidade fina, audição e linguagem, e comportamento e adaptação social. Em Portugal faz-se em todas as consultas do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil (PNSIJ) até aos 5 anos, com a escala de Mary Sheridan modificada e os seus quadros de sinais de alarme, e com o M-CHAT entre os 16 e os 30 meses para o espectro do autismo.

O que distingue o normal do patológico é a forma do desvio. O atraso num só domínio orienta a causa: linguagem isolada faz pensar em surdez, motor isolado em doença neuromuscular ou paralisia cerebral, social isolado em perturbação do espectro do autismo. O atraso em dois ou mais domínios antes dos 5 anos é atraso global do desenvolvimento. A perda do que já estava adquirido é sempre patológica. No prematuro, o desenvolvimento lê-se pela idade corrigida nos dois primeiros anos, e a vacinação segue a idade cronológica.

Perante um sinal de alarme, avaliam-se a audição e a visão, sinaliza-se a criança ao Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI), que cobre dos 0 aos 6 anos, e referencia-se para diagnóstico ao mesmo tempo. O que não se pode falhar é a regressão, a assimetria que denuncia uma hemiparesia e o défice sensorial que se disfarça de atraso.

Maturação

  • A mielinização começa nas últimas semanas de gestação e termina, no essencial, por volta dos 2 anos. É nestes dois anos que ocorrem os marcos mais importantes e que a plasticidade dos circuitos é maior.
  • O tónus e o controlo postural progridem em sentido céfalo-caudal: do tónus flexor do recém-nascido ao controlo da cabeça, depois ao sentar e, por fim, à posição de pé e à marcha.
  • Na mão, a preensão começa por envolver a palma, pelos 6 meses, e a pinça entre o polegar e o indicador afina-se por volta dos 11 a 12 meses.
  • Pelos 9 meses surge a permanência do objeto (procura o que caiu ou foi escondido), primeira forma de compreensão simbólica e base da linguagem.
  • A linguagem precisa de audição íntegra e de interação: sem esta, como na perturbação do espectro do autismo, não se constrói linguagem mesmo com o resto intacto.
  • O potencial depende da hereditariedade; a sua expressão depende da experiência, da nutrição, da saúde, da família e das oportunidades dadas à criança.

Reflexos primitivos e reações posturais

  • Os reflexos primitivos são respostas subcorticais presentes ao nascimento. Apagam-se à medida que a maturação do córtex os inibe; em paralelo aparecem reações posturais de proteção e de equilíbrio, que ficam para a vida.
reflexosurgedesaparece
Procura e sucçãonascimento3 meses
Tónico assimétrico do pescoço (esgrimista)nascimento3 meses
Marcha automáticanascimento2 meses
Extensão cruzadanascimento1,5 meses
Moronascimento5 a 6 meses
Preensão palmarnascimento6 meses
Galantnascimento4 meses
Preensão plantarnascimento15 meses
Landau3 a 4 meses12 a 24 meses
Paraquedas lateral6 mesespersiste
Paraquedas para a frente9 a 10 mesespersiste
  • A persistência de um reflexo primitivo para lá do prazo é sinal de disfunção do sistema nervoso; a do Moro aos 6 meses é sinal de alarme. Com hipertonia e assimetria, faz pensar em paralisia cerebral.
  • A assimetria (Moro ou preensão só de um lado) aponta para lesão focal: paralisia do plexo braquial, fratura da clavícula ou hemiparesia.
  • A ausência de reflexos, com hipotonia e arreflexia osteotendinosa, aponta para doença do neurónio motor ou do músculo, como a atrofia muscular espinhal, e referencia-se com urgência.
  • No prematuro, todos estes prazos contam-se pela idade corrigida.

Sinais de alarme do PNSIJ

idadesinais de alarme
1 mêsnão tenta controlar a cabeça quando sentado; hipertonia de pé; nunca segue a face humana; não vira os olhos e a cabeça para a voz; não se mantém alerta nem por breves períodos
3 mesesnão fixa nem segue objetos; não sorri; nenhum controlo da cabeça; mãos sempre fechadas; membros rígidos em repouso; sobressalto ao menor ruído; pobreza de movimentos
6 mesessem controlo da cabeça; membros inferiores rígidos, passa diretamente à posição de pé quando se tenta sentar; não olha nem pega em objetos; assimetrias; não reage aos sons; não vocaliza; estrabismo manifesto e constante
9 mesesnão se senta; imóvel, sem procurar mudar de posição; assimetrias; sem preensão palmar, não leva objetos à boca; não reage aos sons; vocaliza monotonamente ou perde a vocalização; apático; engasga-se com facilidade
12 mesesnão aguenta o peso nas pernas; imóvel; assimetrias; não pega nos brinquedos ou fá-lo só com uma mão; não responde à voz; não brinca nem estabelece contacto; não mastiga
18 mesesnão se põe de pé; anda sempre em pontas dos pés; assimetrias; não faz pinça; não responde quando o chamam; não vocaliza espontaneamente; não estabelece contacto; leva os objetos sistematicamente à boca; estrabismo
2 anosnão anda sozinho; não constrói nada; não parece compreender o que se diz; não pronuncia palavras inteligíveis; não estabelece contacto; não procura imitar; estrabismo
4 a 5 anoshiperatividade, distração e dificuldade de concentração; linguagem incompreensível, substituições fonéticas, gaguez; estrabismo ou suspeita de défice visual; perturbação do comportamento

Sinais de alarme em qualquer idade

  • Regressão de aquisições, em qualquer domínio: sempre patológica. Distingue-se da pausa transitória que acompanha uma doença aguda, um internamento ou o nascimento de um irmão, que afeta sobretudo o comportamento e a autonomia e recupera.
  • Assimetria persistente e preferência manual firme antes dos 18 meses, sobretudo com a outra mão fechada ou pouco usada: sugerem hemiparesia congénita e pedem exame neurológico completo.
  • Alteração do tónus ou da mobilidade, sinais neurológicos focais e movimentos oculares anómalos.
  • Persistência de reflexos primitivos para lá do prazo.
  • Preocupação persistente dos pais.

Limites da linguagem e da interação

  • Sem lalação, sem apontar e sem outros gestos aos 12 meses; sem palavras isoladas aos 16 meses; sem frases espontâneas de duas palavras, não ecolálicas, aos 24 meses; perda de linguagem ou de competências sociais em qualquer idade. Qualquer destes obriga a avaliar a audição e o desenvolvimento.

Rastreio do espectro do autismo

  • Aos 18 meses pesquisam-se os sinais de alerta do relacionamento: não se interessa por outras crianças, não aponta com o indicador, não imita o adulto, não olha quando o chamam pelo nome, não acompanha com o olhar o que se lhe aponta. Mais de 2 presentes obrigam a referenciar para avaliação do desenvolvimento.
  • O M-CHAT (Modified Checklist for Autism in Toddlers, lista modificada para o autismo em crianças pequenas) é um questionário de 23 itens para os pais, dos 16 aos 30 meses. A falha de 3 ou mais itens no total, ou de 2 itens críticos, depois de confirmada, justifica avaliação formal.
  • Os itens críticos são interessar-se por outras crianças, apontar para mostrar interesse, trazer objetos para mostrar, imitar o adulto, responder ao nome e acompanhar com o olhar o que se aponta.
  • Tem muitos falsos positivos; um resultado positivo que não seja autismo aponta muitas vezes para outra perturbação do desenvolvimento, que também pede avaliação.

Idade corrigida

  • Idade corrigida é a idade cronológica menos as semanas que faltaram para as 40 semanas de gestação. Uma criança nascida às 32 semanas, com 6 meses de vida, avalia-se como tendo 4 meses.
  • Usa-se nos dois primeiros anos, como indica o PNSIJ; alguns protocolos prolongam-na até aos 3 anos para o desenvolvimento.
  • A vacinação não se corrige: segue a idade cronológica.

Instrumentos

  • A avaliação clínica informal, sem instrumento, deteta menos de 30% das crianças com problemas de desenvolvimento; os instrumentos de rastreio padronizados têm sensibilidade e especificidade de 70 a 90%. Por isso se usa a escala em todas as idades-chave.
  • Rastreio não é diagnóstico: um resultado anormal obriga a aprofundar, e um normal não encerra a vigilância. A avaliação formal (escalas de Griffiths ou de Bayley, observação estruturada do autismo) faz-se em consulta de desenvolvimento.
  • Regista-se por domínio no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil, para que a consulta seguinte compare em vez de recomeçar.

Diagnóstico diferencial: que domínio fica poupado

quadromotorlinguageminteração socialpistas
Surdeznormalmuito afetadapreservadaolha para a cara, aponta, faz jogo simbólico; não se vira ao som
Baixa visãoatrasadopreservadapreservadanistagmo, não fixa, estereotipias visuais
Perturbação do espectro do autismonormalafetadaafetadanão responde ao nome com audição normal, não aponta, sem atenção conjunta
Doença neuromuscular, paralisia cerebralafetadopreservada ou afetadapreservadaalteração do tónus e dos reflexos, assimetria
Atraso globalafetadoafetadaafetadatodos os domínios abaixo
Privação psicossocialafetadomuito afetadaafetadamelhora com a mudança de contexto
Desenvolvimento: sinais de alarme por idade Sinais de alarme do desenvolvimento psicomotor por idade, do primeiro mês aos 5 anos, segundo os quadros da escala de Mary Sheridan modificada do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, com destaque para a regressão de aquisições e para a idade corrigida no prematuro. Desenvolvimento: sinais de alarme por idade Quadros de sinais de alarme da escala de Mary Sheridan modificada (PNSIJ), resumidos. Avaliar sempre os quatro domínios em separado: postura e motricidade global · visão e motricidade fina · audição e linguagem · comportamento social Um atraso isolado num domínio significa coisa diferente de um atraso global. Idade Sinais de alarme 1 mês Nunca segue a face humana; não vira os olhos e a cabeça para a voz 3 meses Não fixa nem segue objetos; não sorri; mãos sempre fechadas 6 meses Sem controlo da cabeça; não olha nem pega em objetos; não reage aos sons; não vocaliza; assimetrias; estrabismo manifesto e constante 9 meses Não se senta; sem preensão palmar; não leva objetos à boca; não reage aos sons; vocaliza monotonamente ou perde a vocalização 12 meses Não aguenta o peso nas pernas; não pega nos brinquedos ou fá-lo só com uma mão; não responde à voz; não brinca nem estabelece contacto 18 meses Não se põe de pé; anda sempre em pontas dos pés; não faz pinça; não responde quando o chamam; não vocaliza espontaneamente 2 anos Não anda sozinho; não pronuncia palavras inteligíveis; não procura imitar 4 a 5 anos Linguagem incompreensível; suspeita de défice visual; hiperatividade e distração Qualquer idade Regressão de aquisições; assimetria persistente; preferência manual firme antes dos 18 meses; alteração do tónus; sinais neurológicos focais A regressão de aquisições é sempre patológica, em qualquer idade e em qualquer domínio. Referenciar logo, sem esperar pela consulta seguinte. Prematuro: avaliar pela idade corrigida nos dois primeiros anos Idade cronológica menos as semanas que faltaram para as 40 semanas de gestação. Atenção: a vacinação segue a idade cronológica.

As três saídas da avaliação

resultadoconduta
Desenvolvimento adequadopromoção e vigilância na consulta seguinte
Dúvida, sem sinal de alarmeestimulação orientada pelos pais e nova observação a curto prazo, com data marcada
Sinal de alarmesinalizar ao SNIPI e referenciar para diagnóstico, em paralelo

Sinalizar ao SNIPI

  • O SNIPI foi criado pelo Decreto-Lei n.º 281/2009 e apoia crianças dos 0 aos 6 anos e as suas famílias, através das equipas locais de intervenção.
  • São elegíveis todas as crianças com alterações das funções ou estruturas do corpo que limitam o desenvolvimento e a participação, e as que estão em risco grave de atraso por condições biológicas, psicoafetivas ou ambientais quando acumulam 4 ou mais fatores de risco.
  • Fatores de risco biológico: prematuridade, baixo peso, infeção congénita, complicações perinatais graves. Fatores ambientais: mãe com menos de 18 anos, consumo de substâncias, doença psiquiátrica ou maus-tratos no meio familiar, pobreza, conflitualidade familiar.
  • A intervenção não espera pelo diagnóstico: sinaliza-se no mesmo dia em que se pede a investigação.

Referenciar

  • Para a consulta de desenvolvimento ou de neuropediatria, que faz o diagnóstico, com a informação completa no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil.
  • Referencia-se sempre perante regressão de aquisições, marco em falta com o limite ultrapassado, assimetria ou alteração persistente do tónus, preferência manual precoce, M-CHAT positivo ou mais de 2 sinais de alerta do relacionamento aos 18 meses, e preocupação persistente dos pais.
  • A abordagem terapêutica da criança com deficiência é multidisciplinar.

Audição e visão

  • O défice sensorial imita atraso, e por isso avalia-se sempre. Perante regressão, hipotonia com arreflexia, sinais focais ou alteração da consciência, referencia-se de imediato e a avaliação sensorial faz-se em paralelo, nunca à frente.
  • Audição, prazos 1, 3 e 6: rastreio neonatal até ao 1.º mês, diagnóstico até aos 3 meses, intervenção até aos 6 meses. Um rastreio neonatal normal não exclui surdez tardia ou progressiva: atraso da linguagem ou preocupação dos pais com a audição pedem avaliação audiológica.
  • Visão: reflexo vermelho, fixação e perseguição, teste da cobertura para o estrabismo, e fotorrastreio aos 2 e aos 4 anos.
  • Leucocória ou reflexo vermelho assimétrico referenciam-se com urgência a oftalmologia: catarata congénita e retinoblastoma.

Investigação inicial, em consulta de desenvolvimento

  • História da gravidez, do parto e do período neonatal, história familiar e consanguinidade; exame com perímetro cefálico, dismorfias, pele e exame neurológico.
  • No atraso global, o estudo genético é o de maior rendimento: sequenciação do exoma ou do genoma como primeira ou segunda linha, a par do array de hibridação genómica comparativa.
  • Neuroimagem não é exame de rotina; pede-se perante achados neurológicos ou microcefalia. Eletroencefalograma se houver suspeita de crises ou regressão da linguagem.
  • Creatina-cinase na criança com atraso motor, sobretudo com hipotonia, a pensar na distrofia muscular.

Referências

  1. Direção-Geral da Saúde. Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil. Norma n.º 010/2013, de 31/05/2013. Texto de apoio 1: Avaliação do desenvolvimento. Lisboa: Direção-Geral da Saúde; 2013.
  2. Alba Jiménez M, Rubio Gordón L. Desarrollo psicomotor normal. In: Guerrero-Fernández J, Cartón Sánchez AJ, Barreda Bonis AC, Menéndez Suso JJ, Ruiz Domínguez JA, editores. Manual de diagnóstico y terapéutica en pediatría. 6.ª ed. Madrid: Editorial Médica Panamericana; 2017. p. 57-63.
  3. Recién nacido pretérmino: cuidados y complicaciones. In: Guerrero-Fernández J, Cartón Sánchez AJ, Barreda Bonis AC, Menéndez Suso JJ, Ruiz Domínguez JA, editores. Manual de diagnóstico y terapéutica en pediatría. 6.ª ed. Madrid: Editorial Médica Panamericana; 2017. p. 1794-5.
  4. WHO Multicentre Growth Reference Study Group. WHO Motor Development Study: windows of achievement for six gross motor development milestones. Acta Paediatr Suppl. 2006;450:86-95.
  5. Zubler JM, Wiggins LD, Macias MM, Whitaker TM, Shaw JS, Squires JK, et al. Evidence-informed milestones for developmental surveillance tools. Pediatrics. 2022;149(3):e2021052138.
  6. Filipek PA, Accardo PJ, Ashwal S, Baranek GT, Cook EH Jr, Dawson G, et al. Practice parameter: screening and diagnosis of autism. Neurology. 2000;55(4):468-79.
  7. Moeschler JB, Shevell M; Committee on Genetics. Comprehensive evaluation of the child with intellectual disability or global developmental delays. Pediatrics. 2014;134(3):e903-18.
  8. Manickam K, McClain MR, Demmer LA, Biswas S, Kearney HM, Malinowski J, et al. Exome and genome sequencing for pediatric patients with congenital anomalies or intellectual disability: an evidence-based clinical guideline of the American College of Medical Genetics and Genomics. Genet Med. 2021;23(11):2029-37.
  9. Noritz GH, Murphy NA; Neuromotor Screening Expert Panel. Motor delays: early identification and evaluation. Pediatrics. 2013;131(6):e2016-27.
  10. Portugal. Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de outubro. Cria o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância. Diário da República, 1.ª série, n.º 193; 2009.
  11. Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância. Critérios de elegibilidade [Internet]. Lisboa: SNIPI [consultado em setembro de 2026]. Disponível em: https://snipi.gov.pt/apresentacao/criterios-de-elegibilidade
  12. Joint Committee on Infant Hearing. Year 2019 position statement: principles and guidelines for early hearing detection and intervention programs. J Early Hear Detect Interv. 2019;4(2):1-44.
  13. Direção-Geral da Saúde. Rastreio de saúde visual infantil. Norma n.º 015/2018, de 05/09/2018. Lisboa: Direção-Geral da Saúde; 2018.
  14. Proença dos Santos T, Sampaio M. Recomendações da Sociedade Portuguesa de Neuropediatria para a utilização de ecrãs e tecnologia digital em idade pediátrica. Lisboa: Sociedade Portuguesa de Neuropediatria; 2024.
  15. CP-NET. How to recognize and refer children with hemiplegic (unilateral) cerebral palsy [Internet]. Hamilton: CanChild [consultado em setembro de 2026]. Disponível em: http://cpnet.canchild.ca/en/resources/211-how-to-recognize-and-refer-children-with-hemiplegic-unilateral-cerebral-palsy
  16. Lenke MC. Motor outcomes in premature infants. Newborn Infant Nurs Rev. 2003;3(3).

15 perguntas sobre Desenvolvimento psicomotor normal

Ler consolida, treinar é o que fixa. Cada pergunta tem justificação alínea a alínea, no formato da Prova Nacional de Acesso.

Criar conta e treinar