InfeciologiaMeningite e meningoencefalitePublicado (Premium)

Meningite e meningoencefalite

Matriz PNA:MD · MecanismosD · DiagnósticoP · PrevençãoGD · Gestão

Atualizado em 14 de julho de 2026 · 10 perguntas neste tema

Fazer perguntas deste tema
Em resumo

A meningite bacteriana na criança é uma emergência médica em que cada hora de atraso na antibioterapia agrava o prognóstico. O desafio clínico é duplo: reconhecer um quadro muitas vezes inespecífico, sobretudo no lactente, e distinguir a doença bacteriana, potencialmente fatal, da meningite vírica, habitualmente benigna. O agente provável muda com a idade e com o estado vacinal, o que orienta tanto a antibioterapia empírica como a prevenção. Este capítulo organiza a etiologia por faixa etária, a leitura do líquido cefalorraquidiano, os esquemas empíricos atuais e o papel das vacinas do Programa Nacional de Vacinação.

Como a bactéria chega às meninges

A meningite bacteriana da criança segue quase sempre uma sequência: colonização da nasofaringe, invasão da corrente sanguínea, bacteriemia sustentada e, por fim, atravessamento da barreira hematoencefálica com sementeira do espaço subaracnoideu. Meningococo, pneumococo e Hib são bactérias capsuladas que colonizam a mucosa respiratória de portadores assintomáticos; a doença invasiva é o desfecho pouco frequente dessa colonização, favorecido por aquisição recente de uma estirpe virulenta, infeção vírica respiratória concomitante e imaturidade ou defeito da imunidade.

A cápsula polissacárida é o principal fator de virulência: resiste à fagocitose e à lise pelo complemento, permitindo a bacteriemia prolongada necessária para atingir o sistema nervoso central (SNC). É também a base das vacinas conjugadas, que geram anticorpos anticapsulares.

No recém-nascido o mecanismo é distinto. O GBS, a E. coli e a Listeria provêm em regra de transmissão vertical, por via ascendente a partir do trato genital materno ou por aspiração de líquido amniótico/secreções no parto. A imaturidade imunológica neonatal, a baixa transferência transplacentária de anticorpos específicos e a atividade reduzida do complemento explicam a suscetibilidade nesta idade. A Listeria pode ainda atravessar diretamente a placenta e causar doença precoce grave.

Existem ainda vias não hematogénicas: extensão por contiguidade a partir de otite/mastoidite/sinusite, ou inoculação direta por fratura da base do crânio, defeitos do tubo neural (mielomeningocelo), fístula de LCR ou material de derivação ventricular. Estas explicam episódios recorrentes e agentes atípicos (por exemplo, Staphylococcus em derivações).

Porque é que a meningite bacteriana é tão lesiva

Chegada ao LCR, a bactéria multiplica-se num compartimento com poucas defesas humorais e celulares. A lise bacteriana, espontânea ou acelerada pelos antibióticos, liberta componentes da parede celular (lipopolissacárido nos Gram-negativos, ácido lipoteicoico e peptidoglicano no pneumococo) que desencadeiam uma resposta inflamatória intensa. Ativa-se a produção de citocinas pró-inflamatórias (IL-1, TNF-α, IL-6) pela micróglia e pelo endotélio, com recrutamento maciço de neutrófilos, o que explica o LCR neutrofílico e turvo.

Desta cascata resultam os mecanismos de lesão:

  • Aumento da permeabilidade da barreira hematoencefálica, com edema vasogénico e exsudado purulento no espaço subaracnoideu.
  • Vasculite e trombose dos vasos que atravessam o exsudado, causando isquemia e enfarte cortical, base de convulsões e défices focais.
  • Alteração da reabsorção do LCR pelas granulações aracnoideias e obstrução da circulação liquórica, levando a hidrocefalia comunicante ou obstrutiva.
  • Edema citotóxico por lesão neuronal direta e hipertensão intracraniana, que em casos extremos culmina em herniação.

O conceito com maior tradução terapêutica é o de que grande parte da lesão é imunomediada, não apenas efeito direto da bactéria. É isto que fundamenta a dexametasona: ao amortecer a resposta inflamatória no momento em que o antibiótico provoca lise bacteriana e um pico de libertação de produtos pró-inflamatórios, reduz-se o risco de sequelas, com a evidência mais consistente na prevenção da surdez, sobretudo na meningite por Hib. Daí a regra de administrar a dexametasona antes ou com a primeira dose de antibiótico, e não depois.

A lesão da cóclea e do nervo auditivo, por labirintite supurativa e inflamação, explica a surdez neurossensorial como sequela mais frequente e justifica o rastreio auditivo sistemático após o episódio. A libertação de mediadores e a irritação hipotalâmica contribuem ainda para a secreção inapropriada de hormona antidiurética (SIADH), com hiponatremia que pode agravar o edema cerebral.

Reconhecer o quadro

A apresentação varia muito com a idade. Na criança mais velha e no adolescente encontra-se a tríade clássica de febre, cefaleia e rigidez da nuca, com fotofobia, vómitos e sinais meníngeos (Kernig, Brudzinski). No lactente e recém-nascido os sinais são inespecíficos e enganadores: febre ou hipotermia, irritabilidade ou letargia, recusa alimentar, gemido, hipotonia, convulsões e fontanela hipertensa/abaulada. A rigidez da nuca falta com frequência abaixo dos 12-18 meses. Um lactente com aspeto tóxico e febre sem foco merece sempre a hipótese de meningite.

Sinais de alarme de doença meningocócica invasiva: exantema petequial ou purpúrico que não desaparece à digitopressão (teste do copo), extremidades frias, tempo de reperfusão capilar prolongado, dor intensa nos membros e prostração. A NICE NG240 sublinha que estes sinais precoces de sépsis podem preceder o exantema e devem desencadear ação imediata.

Punção lombar e análise do LCR

A punção lombar (PL) confirma o diagnóstico e identifica o agente. A leitura do LCR é o núcleo examinável deste tema.

ParâmetroNormal (criança)BacterianaVíricaReferência
AspetoCristalinoTurvo/purulentoCristalino
Células< 5/mm³Centenas a milhares, predomínio de neutrófilosDezenas a centenas, predomínio de linfócitosPleocitose
Glicose LCR/glicémia> 0,6Baixa (< 0,4)NormalConsumo bacteriano
Proteínas< 0,4 g/LAltasNormais ou ligeiramente altasExsudado
Gram/culturaNegativoFrequentemente positivosNegativos

Notas de leitura: no recém-nascido os valores normais são diferentes (mais células, proteínas mais altas, glicorráquia mais elevada), o que exige cautela. A encefalite herpética dá tipicamente LCR linfocítico com proteínas altas e pode ter eritrócitos/xantocromia por componente necrótico-hemorrágico; confirma-se por PCR para HSV no LCR, exame de primeira linha. Antibioterapia prévia pode esterilizar a cultura e atenuar o Gram, mas a bioquímica (glicose baixa, proteínas altas, neutrofilia) mantém-se sugestiva; nestes casos a PCR e os antigénios ajudam. A PCR para meningococo/pneumococo/enterovírus aumenta o rendimento, sobretudo com antibiótico já iniciado.

O erro clássico: não atrasar o antibiótico para a imagem

Um princípio central e muito testado: a antibioterapia (e a dexametasona) não deve ser atrasada à espera de TC ou de punção lombar. Colhem-se hemoculturas e inicia-se de imediato o tratamento empírico; a PL faz-se depois, quando for seguro.

A TC crânio-encefálica antes da PL reserva-se a situações de risco de herniação ou de lesão ocupando espaço: alteração significativa do estado de consciência (Glasgow baixo), sinais neurológicos focais, convulsões prolongadas/focais, sinais de hipertensão intracraniana (papiledema, postura anómala, alterações pupilares, tríade de Cushing) e imunossupressão marcada. Uma TC normal não garante segurança absoluta da PL, mas afasta as contraindicações grosseiras.

Contraindicações à PL (adiar, tratar primeiro): instabilidade cardiorrespiratória/choque, sinais de hipertensão intracraniana ou herniação iminente, convulsões não controladas, coagulopatia ou trombocitopenia significativas e infeção da pele no local da punção. A PL não deve atrasar a antibioterapia nem a reanimação; repete-se quando o doente estiver estável.

Estudo complementar

Além de hemoculturas e PL: hemograma, PCR e/ou procalcitonina (mais discriminativas para etiologia bacteriana), ionograma (rastreio de SIADH/hiponatremia), glicémia capilar concomitante para calcular a relação com a glicorráquia, função renal e coagulação. A procalcitonina e a PCR elevadas apoiam origem bacteriana, mas não substituem a análise do LCR.

Meningite: LCR e antibiótico empírico por idade Painel A — Líquido cefalorraquidiano (LCR) Tipo de LCR Células (predomínio) Glicose Proteínas Bacteriana Neutrófilos (centenas a milhares) Baixa (< 0,4) Altas Vírica Linfócitos Normal Normais ou ligeiramente altas Normal Raras (< 5/mm³) Normal < 0,4 g/L Painel B — Antibiótico empírico por idade Idade Antibiótico empírico Racional < 3 meses (recém-nascido) Ampicilina + cefotaxima Cobre Listeria e GBS; cefalosporina não cobre Listeria ≥ 3 meses e criança Ceftriaxona ± vancomicina vancomicina se risco de pneumococo resistente Cobre meningococo e pneumococo Em ambas as idades — juntar: Dexametasona 0,15 mg/kg IV 6/6 h — antes ou com a 1.ª dose de antibiótico (benefício sobretudo na meningite por Hib; NÃO no recém-nascido < 3 meses) Aciclovir IV empírico se houver suspeita de encefalite herpética NÃO atrasar o antibiótico para fazer TC ou punção lombar — colher hemoculturas e tratar já.
Esquema original InovaQB, baseado na NICE NG240 (2024) e nas recomendações IDSA de meningite bacteriana.

Vacinação: o pilar da prevenção primária

A queda drástica da meningite bacteriana pediátrica nas últimas décadas deve-se sobretudo às vacinas conjugadas. Em Portugal a proteção é assegurada pelo Programa Nacional de Vacinação (PNV), que sofreu atualizações relevantes recentes. O esquema abaixo reflete o PNV em vigor em 2025.

Vacinas do PNV com impacto na meningite:

  • Hib (na vacina hexavalente DTPaHibVIP-VHB): aos 2, 4, 6 e 18 meses. Praticamente eliminou a meningite por Haemophilus influenzae tipo b em vacinados; um caso em criança corretamente vacinada deve levar a investigar imunodeficiência.
  • Pneumocócica conjugada: aos 2, 4 e 12 meses. O PNV atualizou a estratégia pneumocócica (Norma DGS 013/2024), passando a usar uma conjugada de espetro alargado (PCV20). Reduz a doença invasiva pneumocócica, incluindo meningite, e gera imunidade de grupo.
  • Meningocócica B (MenB, 4CMenB): aos 2, 4 e 12 meses (Norma DGS 018/2020). Cobre o serogrupo mais frequente em Portugal.
  • Meningocócica ACWY (MenACWY): aos 12 meses. A Norma DGS 005/2025 substituiu a antiga vacina MenC pela MenACWY conjugada, alargando a proteção aos serogrupos A, W e Y para travar a doença invasiva por estas estirpes. Deixou de haver dose isolada de MenC no esquema geral.

Persistem no PNV as recomendações reforçadas para grupos de risco (asplenia/asplenia funcional, deficiências do complemento, tratamento com inibidores do complemento, imunodeficiências, VIH), que beneficiam de esquemas adicionais de vacinas meningocócica e pneumocócica independentemente da idade. A doença meningocócica recorrente ou por serogrupos raros deve motivar rastreio de defeito do complemento.

Nota importante para o exame: o nirsevimab (anticorpo monoclonal contra o vírus sincicial respiratório, usado na profilaxia da bronquiolite) não tem qualquer papel na prevenção da meningite. É frequente confundir novidades recentes de imunização pediátrica; o nirsevimab não previne doença meningocócica nem pneumocócica.

Prevenção secundária: quimioprofilaxia de contactos

A quimioprofilaxia visa erradicar o transporte nasofaríngeo e prevenir casos secundários. É determinante para a doença meningocócica e para a doença por Hib; não está indicada na doença pneumocócica nem na meningite vírica.

Doença meningocócica — quem tratar: contactos próximos nos 7 dias anteriores ao início da doença do caso índice. Incluem-se coabitantes, contactos de infantário/creche, e quem teve exposição direta a secreções orais (por exemplo, reanimação boca-a-boca, entubação sem proteção). O caso índice também recebe erradicação se tratado com antibiótico que não elimine o transporte. A profilaxia deve iniciar-se o mais cedo possível, idealmente nas primeiras 24 horas.

Opções de quimioprofilaxia meningocócica:

FármacoPosologia pediátrica
Rifampicina (oral, 2 dias)< 1 mês: 5 mg/kg 12/12 h; ≥ 1 mês: 10 mg/kg (máx. 600 mg) 12/12 h, 2 dias
Ceftriaxona (IM, dose única)< 15 anos: 125 mg; ≥ 15 anos: 250 mg. Opção preferida na grávida
Ciprofloxacina (oral, dose única)Adolescente/adulto: 500 mg. Alternativa em idades superiores

A rifampicina interage com contracetivos orais (reduz eficácia), cora secreções e urina de laranja e está contraindicada na gravidez. A ceftriaxona é a opção mais segura na grávida.

Doença por Hib — a quimioprofilaxia com rifampicina (20 mg/kg/dia, máx. 600 mg, 1 vez/dia durante 4 dias) considera-se em agregados/creches com crianças suscetíveis, sobretudo menores de 4 anos incompletamente vacinadas ou imunodeprimidas.

Além da profilaxia, a doença invasiva meningocócica e por Hib é de notificação obrigatória, o que aciona a investigação de contactos pela Saúde Pública.

Primeiro: estabilizar e não atrasar o antibiótico

A meningite bacteriana é uma emergência tempo-dependente. A prioridade é a abordagem ABC com oxigénio, acesso vascular e correção do choque com fluidos e, se necessário, vasopressores, seguida de antibioterapia empírica imediata. A regra de ouro repete-se: colher hemoculturas e iniciar antibiótico sem esperar por TC ou PL. Quando há sépsis meningocócica, o reconhecimento e a ressuscitação precoces determinam o prognóstico.

Antibioterapia empírica por idade

A escolha empírica cobre os agentes prováveis para a idade e é ajustada depois com o antibiograma. Os esquemas seguintes seguem a NICE NG240 e as recomendações pediátricas correntes.

IdadeEsquema empíricoRacional
< 3 mesesCefotaxima + ampicilina (ou amoxicilina) IVCobre GBS, E. coli e, sobretudo, Listeria (não coberta por cefalosporinas)
≥ 3 meses e criançaCeftriaxona IV (adicionar vancomicina se suspeita/risco de pneumococo resistente)Cobre meningococo e pneumococo

Notas de posologia pediátrica:

  • Cefotaxima: dose alta para meningite (ex.: 200-300 mg/kg/dia divididos), preferida no neonato à ceftriaxona.
  • Ampicilina: para cobertura de Listeria no lactente < 3 meses; mantém-se se Listeria confirmada.
  • Ceftriaxona: dose meníngea 100 mg/kg/dia (habitualmente 12/12 h). Evitar no recém-nascido, sobretudo se hiperbilirrubinemia (desloca a bilirrubina) ou co-administração de cálcio IV (risco de precipitados).
  • Vancomicina: acrescentada empiricamente pela possibilidade de pneumococo com sensibilidade reduzida às cefalosporinas; suspende-se se o isolado for sensível.

Após identificação e sensibilidade, faz-se descalonamento dirigido: penicilina/ampicilina para meningococo sensível, cefalosporina de 3.ª geração ou penicilina para pneumococo sensível, ampicilina + gentamicina para Listeria. Durações orientadoras: meningococo 5-7 dias; Hib 7-10 dias; pneumococo 10-14 dias; GBS e Gram-negativos neonatais 14-21 dias ou mais; Listeria pelo menos 21 dias.

Dexametasona: quando e como

A dexametasona reduz a resposta inflamatória imunomediada responsável por parte das sequelas. Dá-se antes ou junto com a primeira dose de antibiótico (idealmente até uns minutos antes), porque o benefício desaparece se administrada depois de a inflamação já estar instalada.

  • Dose: 0,15 mg/kg IV a cada 6 horas, durante 4 dias (esquemas de 2 dias também usados).
  • Indicação: crianças > 3 meses com meningite bacteriana suspeita ou confirmada. O benefício mais sólido é na prevenção da surdez na meningite por Hib; no pneumococo é razoável considerar, embora a evidência seja menos forte.
  • Não recomendada abaixo dos 3 meses / no recém-nascido (ausência de benefício demonstrado) nem na sépsis meningocócica isolada sem meningite.

Encefalite: aciclovir empírico

Perante suspeita de encefalite herpética (alteração do estado de consciência, convulsões, sinais focais, LCR linfocítico), inicia-se aciclovir IV empírico sem esperar pela PCR, dado o impacto do atraso no prognóstico.

  • Recém-nascido: aciclovir 20 mg/kg IV a cada 8 horas, durante 21 dias (doença do SNC/disseminada).
  • Criança (3 meses-12 anos): aciclovir 20 mg/kg IV (ou 500 mg/m²) a cada 8 horas, 14-21 dias; reservar 10 mg/kg a cada 8 horas para > 12 anos/adulto.

Mantém-se hidratação adequada e vigilância da função renal (nefrotoxicidade por cristalização).

Suporte e monitorização

  • Fluidos e sódio: evitar sobre e sub-hidratação; monitorizar o sódio pelo risco de SIADH com hiponatremia, corrigindo com prudência.
  • Convulsões: tratar com benzodiazepina e antiepilético; investigar enfarte/edema.
  • Neuroproteção: cabeceira elevada, normotermia, controlo da glicémia; se hipertensão intracraniana, medidas dirigidas.
  • Seguimento: rastreio auditivo nas primeiras semanas após estar clinicamente bem (idealmente antes da alta) e seguimento neurodesenvolvimental prolongado, dado o risco de sequelas tardias.

Referências

  1. National Institute for Health and Care Excellence. Meningitis (bacterial) and meningococcal disease: recognition, diagnosis and management. NICE guideline NG240 (atualização de 2024 da NG143). Londres: NICE; 2024.
  2. Direção-Geral da Saúde. Norma n.º 005/2025, de 14/03/2025. Alteração da estratégia de vacinação contra a doença invasiva meningocócica no Programa Nacional de Vacinação (introdução de MenACWY aos 12 meses). Lisboa: DGS; 2025.
  3. Direção-Geral da Saúde. Norma n.º 013/2024, de 19/12/2024. Atualização da estratégia de vacinação pneumocócica no Programa Nacional de Vacinação e grupos de risco. Lisboa: DGS; 2024.
  4. Direção-Geral da Saúde. Norma n.º 018/2020, de 27/09/2020. Vacinação contra a doença invasiva meningocócica do serogrupo B (MenB) no Programa Nacional de Vacinação. Lisboa: DGS; 2020.
  5. Direção-Geral da Saúde. Programa Nacional de Vacinação 2020. Lisboa: DGS; 2020 (e atualizações subsequentes).
  6. Tunkel AR, Hartman BJ, Kaplan SL, et al. Practice Guidelines for the Management of Bacterial Meningitis. Infectious Diseases Society of America (IDSA). Clin Infect Dis; atualizações vigentes.
  7. American Academy of Pediatrics. Red Book: Report of the Committee on Infectious Diseases. Meningococcal, Haemophilus influenzae type b, Streptococcus pneumoniae and Herpes simplex infections. Edição vigente.
  8. Kimberlin DW. Guidance on neonatal HSV disease and acyclovir therapy. American Academy of Pediatrics / NIAID Collaborative Antiviral Study Group.
  9. Kliegman RM, St Geme JW, et al. Nelson Textbook of Pediatrics. Central nervous system infections. 21.ª ed. Elsevier.
  10. Centers for Disease Control and Prevention. Meningococcal disease: chemoprophylaxis for close contacts. MMWR e recomendações vigentes.

10 perguntas sobre Meningite e meningoencefalite

Ler consolida, treinar é o que fixa. Cada pergunta tem justificação alínea a alínea, no formato da Prova Nacional de Acesso.

Criar conta e treinar