Gastrenterologia›Refluxo gastroesofágico e doença de refluxoPublicado (Premium)

Refluxo gastroesofágico e doença de refluxo na criança

Matriz PNA:MD · MecanismosD · DiagnósticoGD · Gestão

Atualizado em 28 de setembro de 2026 · 11 perguntas neste tema

Em resumo

O refluxo gastroesofágico é a passagem de conteúdo do estômago para o esófago e, no lactente, é quase sempre fisiológico: pelo menos 40% dos lactentes regurgitam, a regurgitação começa habitualmente antes das 8 semanas e desaparece antes de um ano em 90% deles. O mecanismo é o mesmo do adulto, o relaxamento transitório do esfíncter esofágico inferior, agravado por uma dieta líquida, refeições volumosas para o tamanho do estômago e muito tempo deitado.

Só há doença de refluxo quando o refluxo causa sintomas incomodativos ou complicações: esofagite, má progressão ponderal, aspiração, anemia. No lactente a distinção é clínica, porque nenhum sintoma nem exame isolado a faz, e o lactente que regurgita, está bem e cresce não precisa de exames nem de fármacos, só de tranquilização e de uma revisão da forma como come. Na criança mais velha e no adolescente os sintomas passam a ser os do adulto, com pirose e dor retrosternal ou epigástrica.

O que não se pode falhar são os sinais de alarme, porque apontam para outra doença: vómito bilioso (obstrução, volvo), vómito em jato nas primeiras semanas (estenose hipertrófica do piloro), hematemeses, febre ou má progressão ponderal (infeção urinária, doença sistémica), fontanela hipertensa ou crescimento rápido do perímetro cefálico (hipertensão intracraniana), e o início depois dos 6 meses ou a persistência para lá dos 12 a 18. A alergia às proteínas do leite de vaca imita o refluxo e, pela norma da DGS, o refluxo é uma das suas manifestações não imediatas.

O tratamento é escalonado: primeiro educação e ajuste do volume das refeições, depois espessantes e, no lactente com fórmula, uma prova com fórmula extensamente hidrolisada. A supressão ácida fica para a esofagite e para os sintomas típicos da criança mais velha, em ciclos de 4 a 8 semanas com reavaliação, e nunca para o choro ou a regurgitação isolados de um lactente saudável. Para dormir, o lactente fica sempre de costas, mesmo que o prono reduza o refluxo. A fundoplicatura é o último recurso, em doença comprovada e refratária.

A barreira antirrefluxo

A junção esofagogástrica é protegida pelo esfíncter esofágico inferior, pelos pilares do diafragma que o rodeiam, pelo ângulo de His, agudo, que funciona como válvula, e pelo segmento intra-abdominal do esófago, fixado pelo ligamento frenoesofágico. A lesão depende do equilíbrio entre o que agride (ácido, pepsina, sais biliares e enzimas pancreáticas) e o que defende: a barreira, a depuração esofágica pela saliva e pela peristalse, e a própria mucosa.

Relaxamentos transitórios do esfíncter

  • São o mecanismo predominante do refluxo, na criança como no adulto; a hipotonia basal do esfíncter é menos importante.
  • Resultam de um reflexo vagovagal desencadeado pela distensão do fundo gástrico, sem deglutição. É por isso que a sobrealimentação é o fator mais fácil de corrigir no lactente.
  • Revê o mecanismo no adulto em doenças do esófago.

Porque o lactente reflui mais

  • Dieta líquida e volume grande em relação ao estômago.
  • Muito tempo deitado.
  • Melhora com o espessamento da dieta, a introdução dos sólidos e a postura erguida, o que explica a resolução espontânea.

O que favorece o refluxo

FatorExemplos
Esvaziamento gástrico lentorefeição rica em gordura, obstipação
Pressão abdominal aumentadachoro, tosse, esforço defecatório
Menor pressão do esfíncterrefeição gorda, chá, café, chocolate, tabaco
Anatomiaângulo de His retificado, hérnia do hiato, gastrostomia
Doença de baseatresia do esófago, hérnia diafragmática congénita e acalásia operadas, doença neurológica e neuromuscular, doença pulmonar crónica (fibrose quística, displasia broncopulmonar), obesidade, prematuridade

Refluxo não ácido

O refluxo pós-prandial é sobretudo não ácido e o lactente come muitas vezes: entre 45 e 89% dos episódios de refluxo em idade pediátrica têm pH acima de 4. A pH-metria não os vê; a impedância vê.

Manifestações fora do esófago

  • O conteúdo refluído pode ser aspirado, com pneumonias de repetição, sobretudo em crianças com doença neurológica ou alterações anatómicas (fenda labial, micrognatia, atresia das coanas).
  • A doença pulmonar crónica favorece o refluxo, porque a tosse aumenta a pressão abdominal, e o refluxo, por sua vez, agrava-a.
  • A síndrome de Sandifer é uma postura distónica paroxística da cabeça e do pescoço, com arqueamento do tronco: pouco comum, mas muito sugestiva de doença de refluxo, e imita uma convulsão.
Barreira antirrefluxo no lactente e na criança Junção esofagogástrica ↓ alimento ↑ refluxo Esófago Diafragma (pilares) Ligamento frenoesofágico Esfíncter esofágico inferior segmento intra-abdominal Estômago fundo e corpo Ângulo de His agudo, funciona como válvula Componentes da barreira esfíncter · pilares · ângulo de His · segmento intra-abdominal · ligamento Refluxo fisiológico • Lactente bem, que cresce • Regurgita sem esforço • Episódios breves, pós-prandiais • Sem sinais de alarme • Melhora ao longo do 1.º ano Atitude Sem exames nem fármacos Tranquilizar os pais Rever a técnica e o volume das refeições Doença de refluxo • Sintomas incomodativos • ou complicações: esofagite, estenose, má progressão ponderal, aspiração, anemia Atitude Excluir outras causas Investigar se há alarme Tratar conforme a idade e reavaliar às 4 a 8 semanas Porque o lactente reflui e quem tem mais doença No lactente saudável • Relaxamentos transitórios do esfíncter: o mecanismo principal • Distensão gástrica após a mamada • Dieta líquida, volume grande • Muito tempo deitado • Melhora com os sólidos e a postura erguida Grupos com mais doença • Prematuridade • Compromisso neurológico • Atresia do esófago corrigida • Hérnia diafragmática congénita corrigida; hérnia do hiato • Obesidade • Doença pulmonar crónica, como a fibrose quística Também favorecem o refluxo • Choro, tosse e esforço defecatório • Esvaziamento gástrico lento (obstipação, refeição gorda) Atrasam a limpeza do esófago • Peristaltismo ineficaz • Menos saliva a neutralizar
InovaQB / elaboração própria

O diagnóstico é clínico: não há exame que seja padrão de referência, e no lactente nenhum sintoma ou conjunto de sintomas o confirma. A história (idade de início, volume e frequência das refeições, tipo de leite e forma de o preparar, padrão dos vómitos, exposição ao fumo do tabaco) e o exame objetivo com a curva de crescimento servem para procurar sinais de alarme. Sem eles, fica o diagnóstico de refluxo não complicado e não se pede nada.

Exames e para que servem

ExamePapel
Trânsito esofagogastroduodenalnão diagnostica refluxo; exclui anomalias anatómicas (malrotação, estenose, membrana, acalásia, hérnia do hiato); urgente no próprio dia perante vómito bilioso no lactente
Ecografia abdominalnão diagnostica refluxo; é o exame de eleição na suspeita de estenose do piloro
Endoscopia com biópsiascomplicações (esofagite, estenose, Barrett), suspeita de outra doença da mucosa, antes de escalar o tratamento
pH-metria de 24 horasexposição ao refluxo ácido; útil para ver se a supressão ácida funciona
pH-impedânciarefluxo ácido e não ácido e a relação temporal com os sintomas
Manometriasó se houver suspeita de perturbação motora
Cintigrafia, pepsina na saliva, marcadores extraesofágicosnão servem para o diagnóstico

Endoscopia

  • A esofagite erosiva, com soluções de continuidade visíveis na mucosa, confirma a doença; mas uma endoscopia normal não a exclui.
  • Biopsa-se sempre, mesmo com mucosa normal, para a esofagite microscópica e para outras causas: esofagite eosinofílica (15 ou mais eosinófilos por campo de grande ampliação), doença de Crohn, infeções.

pH-metria e pH-impedância

Não são exames de rotina. A pH-impedância indica-se para:

  • relacionar sintomas persistentes com episódios de refluxo, ácido ou não ácido (apneia, tosse, dor, comportamento);
  • esclarecer o papel do refluxo numa esofagite;
  • avaliar a eficácia da supressão ácida;
  • distinguir, com endoscopia normal, doença não erosiva, esófago hipersensível e pirose funcional;
  • estudo antes da fundoplicatura.

Na apneia, junta-se à polissonografia para demonstrar a relação.

Prova com inibidor da bomba de protões

  • No lactente não é teste diagnóstico.
  • Na criança com sintomas típicos (pirose, dor retrosternal ou epigástrica), aceita-se uma prova de 4 a 8 semanas.
  • Com sintomas fora do esófago isolados, também não serve de teste.

Diagnóstico diferencial

GrupoDoenças
Obstruçãoestenose hipertrófica do piloro, malrotação com volvo, invaginação, doença de Hirschsprung, membrana antral ou duodenal, corpo estranho, hérnia encarcerada
Outras digestivasalergia às proteínas do leite de vaca, esofagite eosinofílica, acalásia, gastroparesia, úlcera péptica, doença inflamatória, pancreatite, apendicite
Infeciosasinfeção urinária, sépsis, meningite, otite
Neurológicashidrocefalia, hematoma subdural, hemorragia ou massa intracraniana
Metabólicas e endócrinasgalactosemia, intolerância hereditária à frutose, defeitos do ciclo da ureia, acidemias, hiperplasia congénita da suprarrenal
Outrasruminação, vómitos cíclicos, vómito autoinduzido, maus-tratos, intoxicação, insuficiência renal e cardíaca

Estenose hipertrófica do piloro

  • Começa entre as 2 e as 4 semanas de vida e é rara depois do terceiro mês; mais frequente em rapazes e primogénitos; associada à eritromicina nos primeiros 15 dias de vida.
  • Vómito em jato logo depois das mamadas, abundante e não bilioso, com fome depois de vomitar; a oliva pilórica raramente se palpa.
  • Ecografia para confirmar. Alcalose hipoclorémica e hipocaliémica, habitualmente tardia.
  • Piloromiotomia, que não é urgente: primeiro corrige-se a desidratação e os eletrólitos.

Alergia às proteínas do leite de vaca

  • A norma da DGS inclui o refluxo gastroesofágico, os vómitos, a cólica e a recusa alimentar entre as manifestações não imediatas, que surgem 2 a 48 horas depois da ingestão.
  • Mais provável com eczema, sangue ou muco nas fezes, ou história familiar de atopia.
  • O índice CoMiSS (pontuação de sintomas relacionados com o leite de vaca) pode ajudar: 10 ou mais pontos tornam o diagnóstico mais provável, mas não é teste diagnóstico e não dispensa a prova de eliminação.

Lactente com refluxo não complicado

  • Tranquilizar e explicar a história natural, e combinar quando voltar: vómito em jato, vómito bilioso ou hematemeses, recusa alimentar, choro marcado, estagnação do peso ou regurgitação que persiste depois do primeiro ano.
  • Manter o aleitamento materno; se há sofrimento marcado, avaliar a mamada com quem tem experiência.
  • Com fórmula: rever a história alimentar, reduzir o volume se for excessivo para o peso e experimentar refeições mais pequenas e mais frequentes, mantendo o total diário.
  • Evitar a exposição ao fumo do tabaco.

Espessantes e fórmulas antirregurgitação

  • Reduzem a regurgitação visível, mas não a exposição ácida medida por pH-metria nem o número real de episódios.
  • As de alfarroba estão aprovadas a partir das 42 semanas de idade gestacional; as de goma xantana só depois de 1 ano, pela associação à enterocolite necrosante no prematuro.
  • O leite materno não se espessa com cereal, que as amilases do leite digerem; os cereais de arroz trazem arsénio inorgânico.
  • Cada medida não farmacológica prova-se durante pelo menos 2 semanas antes de passar à seguinte.

Prova de evicção do leite de vaca

Quando as medidas anteriores falham, ou há sinais de alergia (eczema, sangue nas fezes, atopia familiar):

SituaçãoComo se faz
Aleitamento maternodieta materna sem leite nem derivados
Fórmula, sintomas ligeiros a moderadosfórmula extensamente hidrolisada
Fórmula, sintomas graves, atraso de crescimento ou atingimento multissistémicofórmula de aminoácidos
Duraçãoevicção estrita de 2 a 6 semanas (norma da DGS); até 6 a 8 semanas no eczema grave
Confirmaçãoreintrodução, que pode ser feita no domicílio nas formas não mediadas por IgE ligeiras a moderadas

Quando há alergia, os vómitos costumam diminuir nas primeiras 2 semanas de evicção e voltam com a reintrodução. Fórmulas parcialmente hidrolisadas e leite de outros animais não servem.

Posição

  • Abaixo dos 12 meses, dormir sempre de costas, pelo risco de morte súbita do lactente, mesmo que o prono e o decúbito lateral esquerdo reduzam o refluxo.
  • Não se elevam as cabeceiras do berço.
  • Na criança mais velha, cabeceira elevada ou decúbito lateral esquerdo podem ajudar.

Criança mais velha e adolescente

  • Perda de peso se houver excesso ponderal.
  • Evitar refeições volumosas e gordas e jantar tarde; evitar álcool e tabaco. Excluir alimentos só quando o doente os reconhece como desencadeantes.

Fármacos

FármacoLugar
Inibidor da bomba de protõesprimeira linha na esofagite erosiva; 4 a 8 semanas nos sintomas típicos da criança
Antagonista H2 (famotidina)alternativa quando o inibidor da bomba de protões não está disponível ou está contraindicado; perde efeito em semanas (taquifilaxia)
Alginatos e antiácidosalívio curto; no lactente com sofrimento marcado, prova de 1 a 2 semanas depois das medidas alimentares; nunca como tratamento crónico
Baclofenopode considerar-se antes da cirurgia quando os outros fármacos falharam
Domperidona, metoclopramida, eritromicinanão se recomendam
  • Doses: omeprazol cerca de 1 mg/kg/dia numa toma, 30 minutos antes da primeira refeição (intervalo publicado de 1 a 4 mg/kg/dia, máximo 40 mg); esomeprazol 10 mg/dia abaixo de 20 kg e 20 mg/dia acima; famotidina 1 mg/kg/dia, máximo 40 mg. Nos estudos pediátricos, a esofagite cicatrizou com 1 a 1,7 mg/kg/dia.
  • Esofagite ligeira: 4 a 8 semanas; grave: 3 a 6 meses. Suspender de forma gradual, ao longo de cerca de 4 semanas, pelo risco de hipersecreção de ressalto.
  • Não se dá supressão ácida para o choro ou o desconforto de um lactente saudável, nem para a regurgitação visível isolada.
  • Não se dá supressão ácida para tosse, sibilância ou asma isoladas, a não ser que coexistam sintomas típicos ou exames que sugiram doença de refluxo.
  • Riscos da supressão ácida: infeções (gastroenterite, incluindo por Clostridioides difficile, pneumonia, sépsis, infeção urinária, enterocolite necrosante no recém-nascido), sobrecrescimento bacteriano, défice de ferro e de vitamina B12, hipomagnesemia e fraturas com o uso prolongado.
  • A ranitidina foi retirada do mercado em 2020 e a cisaprida, anos antes, por prolongar o intervalo QT. A metoclopramida está contraindicada no lactente, pelos efeitos extrapiramidais, e a domperidona prolonga o QT.

Reavaliação e referenciação

Sem resposta ao fim de 4 a 8 semanas de tratamento ótimo, confirmar a adesão e procurar outro diagnóstico. Referenciar à gastrenterologia pediátrica perante sinais de alarme, doença refratária, ou quando não se consegue suspender o tratamento em 6 a 12 meses.

Alimentação por sonda e cirurgia

  • Alimentação por sonda só na má progressão ponderal em que as outras causas foram exploradas e o tratamento falhou, com um plano de saída desde o início. A alimentação jejunal é alternativa à fundoplicatura quando a alimentação gástrica não é tolerada ou há aspiração.
  • A fundoplicatura de Nissen laparoscópica considera-se em: complicações que ameaçam a vida depois de falhar o tratamento ótimo; sintomas refratários, depois de excluir outras doenças; doenças crónicas com risco de complicações (compromisso neurológico, fibrose quística); e dependência crónica de fármacos.
  • Antes de operar: endoscopia com biópsias, e ponderar pH-impedância e trânsito.
  • Alivia completamente os sintomas típicos numa mediana de 86% das crianças, mas funciona pior nos sintomas respiratórios e na doença neurológica. Complicações: disfagia, a mais frequente, distensão por gás, saciedade precoce, esforço de vómito, síndrome de dumping, deslizamento da válvula.
  • Na criança com compromisso neurológico e fundoplicatura falhada, a desconexão esofagogástrica total é uma operação de resgate, nunca de primeira linha.

Referências

  1. Rosen R, Vandenplas Y, Singendonk M, Cabana M, Di Lorenzo C, Gottrand F, et al. Pediatric gastroesophageal reflux clinical practice guidelines: joint recommendations of the North American Society for Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition and the European Society for Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2018;66(3):516-54.
  2. National Institute for Health and Care Excellence. Gastro-oesophageal reflux disease in children and young people: diagnosis and management. NICE guideline NG1. London: NICE; 2015 (atualizada em 2019).
  3. Direção-Geral da Saúde. Norma n.º 003/2024, de 26 de junho: Abordagem diagnóstica e de tratamento à pessoa com alergia ao leite de vaca. Lisboa: DGS; 2024.
  4. Fernández Tomé L, Ramos Boluda E. Reflujo gastroesofágico. In: Guerrero-Fernández J, Cartón Sánchez A, Barreda Bonis A, Menéndez Suso J, Ruiz Domínguez J, editores. Manual de diagnóstico y terapéutica en pediatría. 6.ª ed. Madrid: Editorial Médica Panamericana; 2017. p. 955-62.
  5. Vómitos. In: Guerrero-Fernández J, Cartón Sánchez A, Barreda Bonis A, Menéndez Suso J, Ruiz Domínguez J, editores. Manual de diagnóstico y terapéutica en pediatría. 6.ª ed. Madrid: Editorial Médica Panamericana; 2017. p. 349-54.
  6. Benninga MA, Faure C, Hyman PE, St James Roberts I, Schechter NL, Nurko S. Childhood functional gastrointestinal disorders: neonate/toddler. Gastroenterology. 2016;150(6):1443-55.
  7. U.S. Food and Drug Administration. FDA requests removal of all ranitidine products (Zantac) from the market. Silver Spring: FDA; 2020.

11 perguntas sobre Refluxo gastroesofágico e doença de refluxo

Ler consolida, treinar é o que fixa. Cada pergunta tem justificação alínea a alínea, no formato da Prova Nacional de Acesso.

Criar conta e treinar